Volare Fly 10 GV é testado em Londrina e reforça soluções sustentáveis para o transporte coletivo
Micro-ônibus movido a GNV e biometano passa por testes em nove linhas de Londrina, reduzindo emissões e ampliando alternativas de mobilidade urbana sustentável.
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Operação assistida do Volare Fly 10 GV em Londrina
A Prefeitura de Londrina e a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) finalizaram a fase de testes do Volare Fly 10 GV, um micro-ônibus desenvolvido especialmente para operar com gás natural veicular (GNV) e biometano. O modelo circulou durante 30 dias em nove linhas urbanas, permitindo a avaliação técnica em situações reais de uso.
Durante o período de testes, técnicos monitoraram indicadores como consumo energético, autonomia, torque, desempenho em diferentes relevos, conforto dos passageiros e eficiência operacional. O objetivo principal foi analisar a viabilidade do micro-ônibus como alternativa sustentável aos veículos movidos a diesel no transporte coletivo urbano.
Compromisso com a descarbonização e inovação
Segundo Sidnei Vargas, gerente executivo da Volare, o desenvolvimento do Fly 10 GV integra a estratégia de descarbonização da fabricante. Ele destaca que a operação em Londrina representa uma etapa importante para validar o modelo em condições reais e reforçar o compromisso da empresa com uma mobilidade mais sustentável.
Destaques e benefícios do Volare Fly 10 GV
O Volare Fly 10 GV foi desenvolvido ao longo de quatro anos e recebeu uma plataforma inédita, especialmente projetada para aplicações com GNV e biometano. O conjunto mecânico permite o uso dos dois combustíveis em qualquer proporção, priorizando eficiência energética e redução das emissões.
De acordo com a Volare, o micro-ônibus pode reduzir em até 96% a emissão de material particulado e em até 84% os gases de efeito estufa em comparação aos modelos tradicionais a diesel. Além disso, o modelo oferece autonomia entre 200 e 250 quilômetros, variando conforme o relevo e as condições operacionais.
O Fly 10 GV transporta até 54 passageiros — combinando lugares sentados e em pé — e inclui equipamentos como controle eletrônico de tração, estabilidade e sistema que impede o movimento do veículo com as portas abertas, proporcionando mais segurança.
Testes em outras cidades reforçam viabilidade
Antes de chegar a Londrina, o Volare Fly 10 GV também passou por avaliações técnicas em Belo Horizonte, Guarulhos e Juiz de Fora. Em todos os cenários, os testes evidenciaram viabilidade técnica, competitividade econômica e desempenho ambiental superior em relação aos ônibus convencionais a diesel.
Além do Fly 10 GV, a Volare investe em outras soluções de baixa emissão, como o modelo Attack 10 Híbrido, que combina sistema etanol/elétrico para o transporte coletivo urbano.
O futuro do transporte coletivo sustentável
O avanço dos testes do Volare Fly 10 GV em diferentes cidades brasileiras demonstra o potencial para renovar e tornar o transporte coletivo mais limpo. Soluções como essa contribuem para a redução das emissões urbanas e apoiam políticas públicas voltadas à mobilidade sustentável.
Com resultados positivos em eficiência, autonomia e conforto, o Fly 10 GV reforça o papel dos veículos movidos a GNV e biometano como alternativas viáveis para o futuro do transporte coletivo nas cidades.
FAQ:
Quais são os principais benefícios do Volare Fly 10 GV?
O modelo reduz até 96% das emissões de material particulado e até 84% dos gases de efeito estufa, além de ser eficiente e confortável para o transporte coletivo.
Qual é a autonomia do Volare Fly 10 GV?
O micro-ônibus possui autonomia estimada entre 200 e 250 quilômetros, dependendo das condições de operação.
O Volare Fly 10 GV já foi testado em outras cidades além de Londrina?
Sim, o modelo já foi avaliado em Belo Horizonte, Guarulhos e Juiz de Fora, com resultados positivos na redução de emissões e eficiência operacional.